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5 Etapas para Curar um Coração Partido

Primeiramente, queria que todos soubessem que esse post foi escrito por alguém que já teve, acabou de ter e ainda terá muitas vezes, um coração partido. Sim! Eu achei um cara legal. No meio daquela solidão toda, finalmente, depois de conversas, beijos, carinhos, brigas e reconciliações, eu achei um cara legal que me fazia sentir especial. Depois de tanto procurar, quebrar a cara, sofrer e chorar, eu finalmente achei um cara legal. Ou pelo menos era isso que eu pensava.

O cara era um bosta, como todos os outros. Não entendi o motivo, e nem sei se vou entender um dia, mas…Por que é tão difícil ouvir um “não” sincero, de um homem? Qual é a dificuldade em dizer: “Olha, eu nem estou tão afim de você assim, por isso, não espere nada e nem faça nada por mim, pois eu não vou corresponder.”. É sexo que eles querem? Querem nos fazer sentir únicas pra conseguir sexo? Nunca vou saber. Mas também não acho que devo me trancar a 7 chaves, só para descobrir isso. A gente tem que deixar rolar, de acordo com nossa vontade, e principalmente: saber a hora de parar.

Essa é a primeira etapa do processo de cura de um coração partido:

Este blog mudou de endereço. Para continuar lendo esse post, acesse: 5 Etapas para Curar um Coração Partido,

 

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Oi, essa sou eu :)

Não sei se tenho uma noção exata de quantas pessoas entram no meu blog. Também não sei como elas chegam até aqui, quem são, o que querem, se gostam ou não…No WordPress, rolam as estatísticas, que me ajudam bastante a descobrir um pouco mais sobre isso mas…Não é o bastante. Nem todo mundo que entra e lê, comenta. Aliás, a maioria nem comenta, não sei nem se as pessoas tem paciência de me ler até o final. Eu adoro ler os comentários e saber o que as pessoas pensam, respondo alguns que acho que devo responder e adoro essa interação com meus leitores.

Bom, levando em consideração que eu não sei muito sobre vocês, vou escrever esse post como se vocês não soubessem nada sobre mim. Tudo bem, vocês sabem dessas histórias loucas da minha vida, sabem que sou meio maluca por relações com pessoas e, se estão aqui, é pq gostam disso.

Então, resolvi mostrar um pouquinho de mim. Como eu sou, como falo, o jeito com que mexo as mãos, me expresso e me confundo em meio a meus pensamentos. Acho que deve dar pra perceber, pela minha escrita, que eu penso mais rápido do que consigo falar né? Talvez escrevendo não seja tão confuso pq eu reviso depois, ajusto algumas idéias que possam ter ficado confusas mas…Eu sou estranha! hahaha Quando me empolgo com alguma coisa e tenho vontade de contar sobre ela, eu começo a falar sem parar e é raro encontrar alguém que acompanhe meu ritmo sem se perder.

Uma ferramenta muito legal pra perceber isso é o Gengibre. Não sei se vocês conhecem mas o Gengibre é tipo um Twitter falado. Você faz gravações de voz inves de ter 140 caracteres para se expressar. Quem quiser ouvir o meu, está aqui: Gengibre da Rebiscoito

Agora, indo um pouco mais a fundo, essa sou eu em pouca carne e puro osso:

Esse é um vídeo feito por 2 amigos meus do blog ideia sem hífen, para o trabalho de graduação da faculdade. Na verdade, esse vídeo é apenas uma amostra do que está por vir. Eles editaram minha entrevista e fizeram essa prévia de 1 minuto pra concorrer no “Histórias que mudam o mundo”, um concurdo do site Museu da Pessoa.

Então, além de me conhecer um pouco melhor me ouvindo e me vendo falar, se tiverem gostado do vídeo e quiserem votar nele, entrem no site e votem. Não precisa se cadastrar nem fazer nada dessas coisas chatas, basta um cliquezinho 😉 [Quando o vídeo final tiver pronto, claro que eu vou postar aqui.]

Agora, sabe o que eu queria? Que vocês comentassem sobre o que acharam de mim. Eu imagino, que pra quem não me conhece pessoalmente, deve ser engraçado me ver falando depois de tanto me ler. Me imaginavam diferente? Tipo loira, gorda, voz grossa ou voz fininha? Quando o povo me conhece pessoalmente em eventos do Twitter por exemplo, sempre falam algo do tipo: “Nossa, achei que você era gorda, baixinha e realmente usava aqueles óculos fundo de garrafa!” hahaha…To escrevendo tudo isso pq, no lugar de vocês, eu ficaria mega curiosa pra conhecer a pessoa que está por trás dos textos que eu tanto gosto de ler. E pra quem curtiu o Gengibre, me adicionem lá, mandem o link do perfil de vocês pra gente se conhecer melhor!

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A gente é onde a gente tá.

AVISO: Este post, excepcionalmente, não terá imagens pois estou no computador do meu avô e não tenho artifícios para criar algo legal.

Resolvi escrever um devaneio que tive comigo mesma, agora pouco, voltando pra casa as quase 4 da manhã.

Estou aqui na praia, casa da minha vó, onde desde pequena venho e passo a maioria das viradas de ano. Sempre a mesma coisa, a galera com seus carros potentes e tunados andando na avenida competindo para ver quem tem o som mais alto ou o motor mais potente, as menininhas com mini shorts e mini saia rebolandinho por aí fazendo os garotos babarem, os bêbados, as multidões andando no calçadão e esse ano até algo inusitado que andei vendo: muleques de 12 anos [mais novos que meu irmão!!!] bombados e horríveis! Daí eu repito meu pensamento: essa juventude está mesmo perdida. Mas enfim…Não é aí que quero chegar.

A questão é: a gente fica falando mal de tudo isso, das pelegas, das pessoas querendo chamar atenção, da farofada na praia e da ridiculísse alheia mas tooodo ano é a mesma coisa. A gente vem pra praia, se encontra, fala sempre as mesmas merdas, repara sempre nos mesmos defeitos, fala mal das mesmas coisas, faz as mesmas piadas e vive as mesmas situações e é sempre MUITO gostoso.

Hoje me peguei pensando, que esse pessoalzinho que eu ando aqui, se saísse com eles em SP pruma noitada típica minha [daquelas bar-balada] eu iria odiar. Eles também iriam odiar. E todo mundo ia acabar de cara feia. Não literalmente, mas sabe? Nada a ver uma coisa com a outra?

Aqui eu faço amigos que não são do mesmo estilo que eu, não são da mesma idade, da mesma cor ou do mesmo tamanho e mesmo assim me divirto pacas! É engraçado como o ambiente que a gente está, interfere no nosso…”eu interior” não é mesmo?

Não que eu mude quando estou aqui, mas agora pouco, recebendo uma mensagem de um amigo meu de São Paulo, me dei conta do quão distante eu estou da minha realidade, aquela que vivo lá. Imaginei ele aqui comigo e pensei: nossa…não teria nada a ver! hahaha Ele é tão legal e tão ivertido quanto, só que são 2 coisas totalmente distantes uma da outra.

Mas na real, todo mundo muda. Todo mundo vira adolescente. Todo mundo quer se divertir, falar besteira, ficar de bobeira…E isso é demais não é? Sei lá se deu pra entender tudo que eu quis dizer. Só sei que na minha cabeça eu entendo.

Então, um feliz ano novo pra todo mundo! Espero que ele seja melhor ou tão bom quanto o meu 2008 foi! 2000inove!!! [passou um aeromotor com uma faixa desejando isso aqui na praia, haha achei ótimo mas andei vendo no twitter que já tá manjado então…..]

Fim.

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