Home office – o início

Pronto, meus dias trabalhando em agência acabaram. Sim, me demiti porque estava questionando totalmente a minha vida profissional, minha relação com a publicidade e o sumiço repentino na minha criatividade e das coisas que sentia prazer em fazer. Foi muito difícil criar coragem para dar um passo tão grande assim: pedir demissão de um lugar que eu adoro trabalhar, adoro as pessoas e a forma como as coisas são vistas. Fui parar na iThink meio que sem querer, para começar a equipe de social media sem nunca ter trabalhado efetivamente com isso. Foi lindo, aprendi pra caramba e sempre fui apaixonada pelo trabalho. Mas quando a paixão acabou, quando aquilo tudo parou de fazer sentido pra mim, eu resolvi sair.

Não há nada errado em desistir

No ápice das minhas dúvidas, resolvi ler um livro indicado por um amigo, chamado O Melhor do Mundo. Me ajudou muito a entender o que estava acontecendo e o que eu deveria fazer. Sim, eu desisti. Mas desisti de algo que eu realmente não queria pra mim naquela hora, não fazia sentido continuar. Poderia ter uma carreira brilhante, aprender mais, crescer mais… Mas pra chegar onde? O lugar que eu ia chegar ficando onde estava, era um lugar que eu não almejava. Então não devo ficar chateada por ter desistido. Devo ficar feliz por ter dado um passo tão corajoso, rumo a sei lá onde, em busca de algo que ainda não sei o que é.

Trabalhando de casa

Para não ficar a deus dará, arrumei uns freelas e vou trabalhar de casa. Estou morrendo de medo disso pois adoro pessoas, rotina de transporte público, ver gente, falar com todo mundo… Imagino o quanto vai ser bizarro não saír todo dia de manhã para pegar metrô e ir pro trabalho. O máximo de distância que terei para percorrer é da cama até o computador e do computador até a cozinha em meu horário de almoço. Pra quem vou ficar falando merda o dia todo? Com quem vou dividir as guloseimas que gosto de comer a tarde? Também não sei e isso me deixa um tanto quanto chateada. Pretendo procurar amigos que também trabalhem de casa, que tenham horários alternativos e topem ir comigo até um café com wifi trabalhar de lá. Agências ou estúdios pequenos de amigos que me aceitem por um dia, ou sei lá.

Companhias virtuais

Já que vou estar sozinha, decidi que quero estar com vocês. Vou começar a escrever mais sobre essa experiência para me sentir um pouco menos solitária. Mas para isso, preciso da ajuda de todos, ok? Comentando, me mandando mensagens de força, de amor, de compaixão… Não me deixem sozinha apodrecendo na solidão do meu quarto!

Se preferir, veja no Youtube

Vai ser legal receber dicas de pessoas que também trabalhem de casa. O que fazer, como administrar nosso tempo. Quais são os pontos bons de tudo isso e como podemos fazer para não nos sentirmos tão abandonados no mundo. Vocês topam estar comigo nessa? Espero que sim. ♥

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Desencontro 2011

Aconteceu nesse final de semana um evento de Social Media lá em Fortaleza, chamado Desencontro. Apesar do nome escolhido exatamente para causar polêmica, o evento foi um grande encontro de vários personagens indispensáveis na história da social media, e toda a galera que curte o assunto lá em Fortaleza. Tenho certeza que surpreendeu a todos, tanto quem se inscreveu para assistir quanto todos os palestrantes.

Fui convidada para participar do painel “As mulheres na internet”, que foi o primeiro logo após a abertura do evento. Me surpreendi com a quantidade de participantes e o tamanho daquilo tudo, conheci pessoas super queridas e recebi retornos ótimos de pessoas que viram nosso painel.

Depois de saír do palco, dei uma entrevista para o Diário do Nordeste, falando sobre o quanto a internet é capaz de aproximar pessoas. Eles leram o post do cara da foto 3×4 e pediram para explicar melhor essa história louca. Vocês podem ver o vídeo da entrevista abaixo ou ler a entrevista na íntegra no site do jornal. Achei fofo o título que eles deram para a matéria: O Fabuloso destino de @rebiscoito.

Claro que vocês ignoraram totalmente o fato deu ter me embananado na hora de explicar a Teoria dos 6 graus de separação no meio da entrevista, né? Mas se eu não tivesse falado alguma besteira pra passar vergonha depois, não seria eu. hahahaha

Nesse momento estou sofrendo de depressão pós Desencontro e tenho certeza de que a galera que estava por lá também. Principalmente porque lá fazia sol todos os dias, eu passava o dia me bronzeando para ficar da cor do pecado e pulando na piscina para refrescar. Até a Rebiscate apareceu na noite em que resolvi saír da festa oficial do Desencontro e ir pruma balada meio suspeita chamada “Ordinária”, que acontecia num buraco chamado Cine Betão, onde funciona normalmente um cinema pornô.

Também não seria eu se não tivesse me apaixonado brevemente durante a viagem. É óbvio que isso aconteceu e eu fico toda boba só de lembrar. ♥

Aqui estão algumas fotos que tirei durante esses 3 dias, só para dar um gostinho da viagem!

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Será que ele existe?

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Adeus, Barcelona!

“Como nunca pensei nisso antes?” foi a primeira coisa que me veio a cabeça ao ver esse vídeo. Vivo matutando ideias para surpreender pessoas com bilhetes, sorrisos, surpresas, presentes e não é nada fácil, sabe? Mas as melhores ideias são sempre as mais simples. Talvez isso que as torne tão incríveis. E quando eu acho pessoas que fazem o mesmo, me dá uma alegria no coração, uma vontade de mostrar pra todo mundo e mais ainda: a vontade de continuar surpreendendo pessoas, sempre.

Não vou me alongar muito nessa introdução, mas olha só que pessoa incrível! Vou traduzir a seguir o que ele fala no início do vídeo, então se você não souber inglês ou espanhol, leia antes:

“Oi,

você não me conhece e eu também não te conheço, mas isso não importa.

O importante é que fui muito feliz durante os 3 anos em que morei em Barcelona e a forma que
encontrei de agradecer a cidade foi soltar vários balões com entradas grátis para uma peça de teatro.

Fazendo isso, conseguirei que pessoas como você possam se divertir tanto quanto eu nessa cidade maravilhosa.

Acredito em um mundo mais altruísta, onde as pessoas olhem menos para seu próprio umbigo e se preocupem mais com a felicidade de todos, não apenas de seus familiares e amigos.

Um mundo com mais amizade e respeito, que pode começar hoje se todos nós dermos algo para alguém sem esperar nada em troca.

Espero que você goste do presente.

Até logo,

Lucas.”

…mágico, não é? Diz se você não se inspirou e deu vontade de fazer alguma coisa boa para alguém aleatório, que você nem conhece? Bom, esse é o espirito e é algo que só depende de você. Então tire essa bunda da cadeira e ponha a mão na massa! Valeu ao Nix, que foi quem me indicou o vídeo.

Ah! Dei uma pesquisada sobre o tal do Lucas, e descobri que ele é designer e hoje em dia mora em Sydney, Austrália. Deixei também uma mensagem no Facebook dele tietando, confesso que estou morrendo de vergonha mas e daí? Gente assim eu quero bem perto!


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Amores Imaginários

Você já teve algum?

Ontem assisti um filme que queria ter visto ano passado e ele meio que me deu uma luz sobre a vida. Já pararam pra pensar quantas vezes amamos alguém sozinhos? Na verdade a gente só percebe que amou sozinho quando já parou de amar, porque daí já estamos pensando mais com a cabeça e não com o coração. É nessa hora que percebemos o quanto fomos idiotas de não enxergar os sinais. Por isso dizem que o amor é cego! Você fica completamente cego e não percebe o que realmente acontece ou acaba querendo fechar os olhos de propósito. São aquelas famosas chances que a gente dá pras pessoas quando não queremos desistir delas.

O filme Amores Imaginários (Les amours imaginaires ou Heartbeats), conta a história de 2 amigos: Francis e Marie. Eles conhecem um cara incrível e novo na cidade chamado Nick, e acabam se apaixonando por ele. Daí rola um forte triângulo amoroso e a gente fica naquela ânsia para saber se no final a amizade de Francis e Marie vai mesmo acabar porque eles começam a brigar sutilmente pelo cara. Bom, não vou contar o final do filme, quero que vocês assistam e venham aqui me contar se gostaram ou não.

A questão é que depois de ver o filme me dei conta de que muitos dos meus amores são imaginários. Amores em que amamos sozinhos, sem perceber os sinais claros onde a outra pessoa diz: não, eu não estou afim de você. É como quando a gente é criança e gosta de um menininho na escola: se o menininho parar e te der um simples oi, você já pensa: Ounnn, ele também me ama!

Além de enxergar sinais que não existem, é preciso ter muito cuidado com pessoas que dão sinais falsos. É sempre bom ter alguém gostando da gente, certo? Muitas pessoas acabam dando pequenos sinais para prenderem os outros mas na verdade é tudo uma farsa. Dar sinais falsos é uma das piores coisas que a gente pode fazer com alguém. É injusto, é maldoso e principalmente: é triste. Mostra que você não é bom o suficiente para se sentir bem sem ninguém babando seu ovo. Auto estima beibe, até quem parece bem pode não ser completamente seguro de si.

Não dê sinais falsos e esteja sempre atento às circunstâcias. Pensar com o coração é muito bonito até o momento em que começamos a ser humilhados pelo outro. Isso evita aquele sentimento péssimo que rola quando percebemos tudo que aconteceu. Droga, era tudo da minha cabeça. Mais um amor imaginário para a coleção! Quando vamos começar a dar atenção apenas aos amores que realmente interessam?

Deixo aqui o link de uma música que faz parte da trilha sonora do filme e eu adorei: The Knife – Pass This On

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2010 < 2011

Esse título já diz um pouco o que eu espero desse ano de 2011.

Talvez não seja tão difícil, levando em consideração que o ano de 2010 pra mim foi um ano meio chato. Não sei se eu já contei pra vocês a minha teoria… Mas acho que talvez esteja na hora de contar, já que ela explica muito do que eu penso sobre a vida e como eu vejo as pessoas que passam por mim.

Vocês já jogaram The Sims 2? É um jogo de computador onde você cria personagens, os Sims, e monta uma casa e vive a vida, como se fosse real. No The Sims 2, na hora de fazer seu Sim, você deve escolher uma aspiração pra ele. É a partir dessa aspiração que virão os desejos do seu Sim e garantirão uma vida feliz ou um total desastre. Existem 3 aspirações: família, trabalho e amor. Se você escolhe trabalho por exemplo, os desejos do seu Sim quando pequeno, serão algo tipo: quero estudar matemática e ganhar pontos de inteligência. Ou, quando adulto: quero ser promovido no trabalho. Se a aspiração que você escolheu foi família, seu Sim será feliz quando brinca com seus pais ou quando leva seu filhinho para uma viagem de férias. Já na aspiração amor, os desejos do seu Sim serão algo tipo: quero ter um relacionamento com 5 pessoas diferentes ou quero me casar com outro Sim.. E assim por diante.

Eu sempre tomei isso como uma verdade de vida. Analiso as pessoas de acordo com as suas aspirações e acho que todo mundo realmente seja assim. Já dividi essa teoria com outras pessoas e nem todo mundo concorda… Então cheguei a conclusão que, talvez, as aspirações venham de acordo com a fase de vida em que estamos.

Bom, eu nunca saí da aspiração AMOR. Eu sou amor e sempre fui amor. Basta ler o post do Meu Querido Diário, de quanto eu tinha 8 ANOS e minha vida já se baseava no amor. Eu gostava de um menino diferente a cada dia e, agora, com 24 anos, posso dizer que isso praticamente não mudou. A minha felicidade é totalmente baseada no amor. Se eu estiver num emprego incrível e todos da minha família estiverem com saúde mas eu levar um pé na bunda, adivinha só o que vai contar mais? Eu vou pro trabalho chorando. Eu chego em casa chorando. A minha vida parece uma merda, só porque mais um amor não deu certo.

E o ano de 2010 não foi lá essas coisas no amor. Se é que posso contar, tive 3 grandes amores esse ano e os 3 foram um desastre. O primeiro deles durou até a metade do ano. O cara era comprometido e nunca ia dar certo, mas a gente não escolhe essas coisas. A parte boa é que esse cara era incrível e a gente nem teve nada. Ele era super fiel a namorada, o que me fez admirá-lo ainda mais e hoje sei que somos grandes amigos.

O segundo amor do ano, foi o cara do metrô. Creio que vocês acompanharam a história e vibraram com ela como eu vibrei quando tudo aconteceu. Esse foi um dos amores mais relâmpagos e intensos que eu tive. Não durou nem um mês, mas foi um dos mais fortes. Era incrível quando estávamos juntos mas o cara era um perdido na vida. Fazia o estilo meio depressivo – o que é totalmente o oposto de mim  – e tinha acabado de sair de um relacionamento super longo, tava todo machucado e provavelmente não estava pronto para um novo amor. Eu tinha vontade de cuidar dele e fazer ele feliz, mas não rolou. Então acabou. Eu sofri, como se aquilo tudo tivesse durado anos, porque a intensidade com que eu vivo meus amores, não tem tamanho.

Daí me recuperei. Conheci pessoas novas, fingi que gostava delas enquanto queria acreditar que tinha esquecido o cara do metrô, até que conheci um cara novo. Novo no sentido de novo na minha vida, porque ele foi o cara mais velho que eu já fiquei. Ele era – e acredito que ainda seja – um homem incrível. A admiração veio antes mesmo de ter algo com ele e, desde então, só aumentou.

Admiração é uma merda, né? A gente confunde com amor e acaba se perdendo no que quer. De qualquer forma, o que importa mesmo, é que esse também não deu certo. Ele preferiu viver uma vida de mentira, e hoje em dia penso que foi muito melhor pra mim. A gente nunca daria certo. Eu preciso lembrar da minha vida e encaixar o cara nela, não me colocar na vida dele e pensar: quero isso pra mim. Por hora até poderia ser feliz mas… Eu também tenho uma vida, e a pessoa precisaria gostar dessa vida. E ele nunca gostaria. Resumindo as coisas, a gente não tinha nada a ver. Até a admiração que tinha por ele, percebi que era exagerada.

Enfim, deu tudo errado. Agora, finalzinho de 2010, me vejo apaixonada por um outro novo amor que desdo dia em que nos conhecemos ele me disse: eu não quero namorar. Não que eu já queira namorar, ainda não cheguei no estágio de me perceber perdidamente apaixonada por ele. Mas ele é um cara legal. Consigo enxergar minha vida através dele e fazer planos pra gente no futuro. O sexo é incrível. O jeito que ele me toca e olha… É tudo muito bom e apaixonante.  E o melhor de tudo? Ele é solteiro! Livre, desempedido e… Sincero. Eu preciso muito levar em consideração o que ele me disse sobre relacionamentos, pois já consigo ver meu coração se partindo. Se isso acontecer… Ele pode muito bem dizer: eu te avisei. E a culpa toda será minha. Porque eu sei que tenho escolha.

Então espero que 2011 esteja ciente das minhas expectativas. Quero que seja um ano bom no amor, ou pelo menos que seja bom em tantas outras coisas que me façam esquecer do amor. 2010 foi tão ruim que estou com uma vontade imensa de fugir da minha própria vida. Não que eu seja infeliz, muito pelo contrário. Mas simplesmente cansei. Cansei dos meus amigos, da minha casa, das baladas que eu frequento e das pessoas sem conteúdo que eu conheço. Cansei de pegar trem e de ir pro trabalho todos os dias. Cansei de ter amores breves e não sentir que algo realmente valha a pena. Então, 2011, eu realmente espero que você esteja lendo isso e faça por merecer.

Feliz ano novo para todos que estão lendo esse post desabafo. Vamos fazer acontecer em 2011. Eu brinco falando que a responsabilidade é do ano novo, mas ela na verdade é nossa. É a gente que faz as coisas acontecerem e só a gente pode fazer algo para mudar. Pensem nisso.

Beijos,

Rebiscoito.

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Desvendado o mistério da foto 3×4

Você que acompanha todas as histórias e coincidências da minha vida está prestes e ler sobre a maior delas. Uma que talvez feche um ciclo do meu blog e comece outro, já que ficou parecendo o fim de um começo. Hahaha, isso ficou confuso mas vou explicar.

Quem me segue no Tuinter já sabe que eu encontrei o cara da foto 3×4, que ele se chama Victor e provavelmente deve estar louco pra saber como foi quando nos conhecemos. Isso tudo é muito legal e eu já conto como foi, mas a parte mais louca da história não é essa.

O Vito – como é carinhosamente chamado pelos amigos – achou meu blog através de uma amiga e deixou um comentário. Paralelamente, recebi outro comentário de um cara falando sobre um bilhete que eu mandei para ele há pouco mais de 2 anos atrás. Ele relatou nossa história e disse que tinha chegado até meu blog pelo post da foto 3×4, já que o Vito é melhor amigo e sócio dele. Esse cara, chamado Jonas, é nada mais nada menos um dos motivos pelo qual o meu blog existe. Ele é o personagem principal do primeiro post do meu blog: O Começo de um e Outro e foi depois dessa história que resolvi fazer um blog. Achei que essas aventuras com desconhecidos poderiam ser interessantes pra minha vida, e desde então, venho aprontando altas confusões.

Ou seja: achei o cara da foto 3×4 que peguei um dia no chão e esse cara da foto é melhor amigo do Jonas, que viveu comigo a minha primeira experiência de contato com desconhecidos. Incrível não? Qual é a chance disso acontecer numa cidade tão grande quanto São Paulo? Eu juro que custei a acreditar. Mas não é mentira!

Sexta (dia 29/10) foi a comemoração do aniversário do Vito e ele me convidou para ir, então acabei conhecendo os 2 de uma só vez.

Para a minha surpresa, o Vito é pequeno e um pouquinho diferente do que eu imaginava. Achei que ele fosse mais tímido, mas é comunicativo e fala super bem. Me deu vontade de guardar ele num potinho, de tão fofo que é. Como era aniversário dele, ele estava super animado e era o cara que mais dançava na pista de dança. A balada foi meio de tango, umas músicas que pareciam músicas de filme e todo mundo dançava de um jeito diferente, mas o Vito era o que mais arrasava! Já o Jonas, conversei menos no dia mas mesmo assim foi engraçado reencontrá-lo já que não fazia ideia de como era o rosto dele e acabei lembrando do dia do metrô.

Bom, mas quem é o cara da foto 3×4 afinal?

A parte da área de humanas a gente acertou, mas ele não é publicitário. Ele faz ilustrações lindinhas e tem uma produtora, onde mexe com toda essa coisa de animar os desenhos, fazer curtas e coisas bacanas. Aliás, ele e o Jonas são sócios.

(Vito dançando  na festa, por ele mesmo)

O tênis que ele usa? Não era Mad Rats. Mas era um tênis diferentinho, tipo um All*Star de outra marca. Eu seria amiga dele apenas olhando para aquele tênis.

Ele tem a idade que eu imaginava, 20 e poucos anos. Mais precisamente 24, nascemos no mesmo ano!

Ainda precisamos nos conhecer mais para fazer uma longa análise sobre ele mas não via a hora de contar isso tudo pra vocês. Sabe o que podemos fazer? Deixem o que vocês querem saber sobre ele nos comentários que eu vou perguntando pra ele e respondendo cada um. Achei tão bacana que todos entraram no clima de analisar o cara da foto, que acho que agora devo isso a vocês como agradecimento.

Ps. depois dessa coincidência MONSTRA, parei para pensar de onde vem tudo isso. Não acho que Deus queira que minha vida seja um seriado. Só acho que dou mais chances para esse tipo de coisa acontecer. Espontaneidade, cara de pau e criatividade. Que tal exercitar mais essas características? 😉

O Começo de um e Outro

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